“Meu início na música vem antes de pensar em cantar. Conheci o reggae através de um ex-padrasto que veio da Bahia e me apresentou Edson Gomes e o álbum Legend do Bob Marley, foi instantâneo meu amor pelo reggae music.
Posteriormente junto com uns amigos da rua com o mesmo amor pelo reggae e pela cultura Rastafari formamos a banda Círculo Rasta. Quando menos esperávamos, já estava abrindo show pro Ventania, Leões de Israel e Fat String (ex-guitarrista Black Uhuru). Por fim a banda se desfez mas o reggae nunca morre.
Já em 2014 (se não me engano) fui convidado a ir numa Virada Cultural no centro de São Paulo, e ia ter “um reggae” o que na verdade era um Sound System do Dubversão.
Até então eu desconhecia o que era Sound System, segunda vez que me sentia em transe com o poder do reggae music, aquelas caixas potentes, aquela galera no ritmo da música, os graves batiam como nunca havia sentido em nenhum show de reggae que já tinha ido.
Comecei a pesquisar assiduamente sobre essa cultura, descobri que já tinha vários coletivos de peso em SP, fui em várias festas nos 4 cantos de SP, chegava a pegar 5hrs de trem só pra sentir os graves e absorver o reggae.
Até que tive a oportunidade pela primeira vez num evento do Favela Sound System de Jundiaí de pegar o mic e cantar uma música minha. Depois de alguns eventos cantando esporadicamente, fui convidado a fazer parte do coletivo de Campo Limpo Paulista, Prekario Sound System, organizamos vários eventos, fiz também pocket show em batalha de rima, fiz parte também do selo Sala Verde Ent.
Gravando algumas músicas e alguns vídeos clipes, atualmente devido a pandemia me encontro parado na música mas elaborando uma mixtape com produção de Negusa e Ambesa Productions sobre a cultura Sound System.”

